Reviravolta: Após ser demitido Léo Lins Protesta " Não vão me calar" Autismo’ não é...


 Léo Lins postou um vídeo na quarta-feira, 6 de julho, no qual fala sobre a polêmica em torno de sua saída do SBT. Sem mencionar a empresa, o comediante reclamou que a constante "vigilância" os obrigava à submissão. Segundo ele, algumas denúncias se tornaram comuns.



"Agora temos censores e sistemas de vigilância que nos obrigam a obedecer e exigir nossas submissões. 'Autismo' não é um adjetivo, 'humor negro' é racismo, 'gordofobia é crime', 'capitalismo', 'racismo' ', ' Fascismo'', declarou.



Depois, o autor de “Disturbing” promete que não vai deixar de usar termos sutis e apostar no “humor negro” como subgênero do humor. Ele explicou ainda que esta é uma forma de lidar com temas sensíveis:



Forçar a mudança por medo da punição não é a resposta. Continuarei a criar humor negro, um humor que lida com questões delicadas. Se eu mudasse o nome do gênero para evitar tensões, estaria indo contra a própria essência do humor desse gênero"



Léo Lins continuou seu discurso com sarcasmo, comparando feministas a animais. Seu discurso continua o mesmo: ele não pretende parar de falar sobre temas socialmente sensíveis.



"Vou continuar a usar a palavra 'autismo'. Não é pejorativo, nunca usei. Continuarei gordo, magro, orelhas grandes, cabeçudos, pretos, brancos, gays, piadas héteros. Até animais, cachorros, gatos, feministas", brincou.



Embora o vídeo público tenha sido postado publicamente nas redes sociais, o comediante garantiu que não faria tipo de provocação "no meio da rua". Para ele, isso seria rude.



Não no meio da rua. Isso seria muito nojento e inaceitável. Afinal, um ponto de ônibus não é um palco parado. Mas eu sei que eles estão tirando isso do contexto, manipulando informações e criando regras sem sentido."



O texto de Léo Lins passa a falar de palavras que ele vê como censuradas, como "autismo" ou "obesidade". Segundo o comediante, seu trabalho é um veículo para as "bolhas" e "contos de fadas" que as pessoas vivem hoje.



“O problema não são as palavras, nem as piadas (…). O mundo hoje é feito de bolhas, e as piadas são agulhas. Então, elas deveriam ser extintas? Agulhas podem estourar seu mundo de conto de fadas e proteger suas frágeis bolhas, mas também é através deles que anticorpos são introduzidos em seu corpo, tornando-o mais forte e resistente", concluiu.

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